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sábado, 3 de outubro de 2026

Após 5 Mandatos de Lula, o Brasil Está Melhor? Minha Reflexão Antes das Eleições de 2026

Olá, irmãos! Respeito o direito de cada cidadão votar em quem desejar. Nunca rompi amizades nem alimentei discussões por causa de política. A democracia pressupõe liberdade de pensamento, respeito às diferenças e o direito de escolha. 👍

 Sempre procurei votar em pessoas, não em partidos. Já votei em candidatos do PT, mas nunca votei em Lula. Ao longo dos anos, estudei sua trajetória política e, pela minha análise, identifiquei diversas contradições entre seus discursos e suas ações. Por isso, não deposito minha confiança em seu projeto político.

Lula ganhou projeção nacional durante as greves do ABC Paulista, em 1979 e 1980, e foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980. Em 1990, juntamente com Fidel Castro e outras lideranças de esquerda da América Latina, participou da criação do Foro de São Paulo, organização voltada à articulação de partidos e movimentos de esquerda da região. Anos depois, o grupo manifestou apoio político ao governo de Hugo Chávez, na Venezuela, país que posteriormente enfrentou uma profunda crise econômica, social e institucional. 

 Em 1994, votei em Enéas Carneiro, médico, professor e político conhecido por sua sólida formação intelectual. Em 2002, ele foi o deputado federal mais votado do Brasil, com cerca de 1,5 milhão de votos. Nas eleições de 2026, pretendo votar em Augusto Cury para fortalecer sua representação política. Domingo dia 25/10/2026, no segundo turno, minha intenção é votar em Flávio Bolsonaro para Presidente da República.

Após cinco vitórias em eleições presidenciais, considero legítima a pergunta: qual foi o legado de Lula para o desenvolvimento do Brasil? Enquanto outras economias emergentes, como China e Índia, cresceram de forma acelerada nas últimas décadas, entendo que o Brasil perdeu oportunidades importantes de ampliar sua competitividade e produtividade. Na minha avaliação, o país enfrenta hoje desafios como um elevado déficit fiscal (R$300 bilhões), crescimento econômico insuficiente, inflação persistente e dificuldades na geração de empregos. "Quando os justos governam, o povo se alegra; mas, quando o ímpio domina, o povo geme." Provérbios 29:2

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Senado Linha de Frente 2026

O Estado Democrático de Direito somente se preserva quando todas as instituições da República atuam dentro dos limites fixados pela Constituição Federal. O equilíbrio entre os Poderes, previsto no artigo 2º da Constituição, não existe para enfraquecer as instituições, mas para impedir a concentração de poder em qualquer delas. O cancelamento do debate presidencial promovido pela TV Globo em 1º de outubro de 2026 evidenciou o crescente protagonismo do Poder Judiciário no processo eleitoral. A sucessão de decisões judiciais que alteraram as regras do evento gerou insegurança jurídica e culminou no cancelamento do último grande debate antes do primeiro turno das eleições. A própria emissora atribuiu a decisão às mudanças determinadas por decisões judiciais de última hora. Esse episódio reacende uma discussão que vem sendo travada há anos por juristas, advogados e estudiosos do Direito Constitucional: quais são os limites da atuação do Supremo Tribunal Federal e da Justiça Eleitoral? Nesse contexto, destaca-se o Inquérito nº 4.781, conhecido como "Inquérito das Fake News", instaurado em 2019. Desde sua criação, o procedimento tornou-se objeto de intensos debates jurídicos. Seus críticos sustentam que a investigação extrapolou os limites do sistema acusatório previsto na Constituição, especialmente porque o próprio STF determinou a instauração do inquérito, designou seu relator e passou a conduzir medidas investigativas, situação que, segundo essa corrente, aproxima as funções de investigar e julgar. O debate público sobre a atuação do STF, do TSE e dos demais Poderes é legítimo e necessário. Entretanto, ele deve ocorrer com responsabilidade jurídica, fundamentação constitucional e respeito às instituições. O verdadeiro compromisso democrático consiste em assegurar que todos os Poderes permaneçam submetidos à Constituição, preservando a independência entre eles e garantindo que a Justiça seja exercida com imparcialidade, previsibilidade e estrita observância do Estado de Direito. Em 2026, o então presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebeu diversos pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. O fato de esses pedidos não terem sido submetidos ao Plenário gerou críticas de setores da oposição e reacendeu o debate sobre o papel constitucional do Senado como órgão de fiscalização e equilíbrio entre os Poderes. Então, em 2027, é fundamental ter um senado forte e independente.